sexta-feira, 10 de junho de 2011

O Arco da Velha

Arco-da-velha é uma simplificação de Arco da Lei Velha, uma referência à Lei Divina.

Aluna de 22 anos afirma: "Não pago pedágio em lugar nenhum". O texto está correndo o Brasil! LEIA

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06/06/2011
"A Inconstitucionalidade dos Pedágios", desenvolvido pela aluna do 9º semestre de Direito da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) Márcia dos Santos Silva choca, impressiona e orienta os interessados.

A jovem de 22 anos apresentou o "Direito fundamental de ir e vir" nas estradas do Brasil. Ela, que mora em Pelotas, conta que, para vir a Rio Grande apresentar seu trabalho no congresso, não pagou pedágio e, na volta, faria o mesmo. Causando surpresa nos participantes, ela fundamentou seus atos durante a apresentação.
Márcia explica que na Constituição Federal de 1988, Título II, dos "Direitos e Garantias Fundamentais", o artigo 5 diz o seguinte:

"Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade " E no inciso XV do artigo: "é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens".

A jovem acrescenta que "o direito de ir e vir é cláusula pétrea na Constituição Federal, o que significa dizer que não é possível violar esse direito. E ainda que todo o brasileiro tem livre acesso em todo o território nacional O que também quer dizer que o pedágio vai contra a constituição".

Segundo Márcia, as estradas não são vendáveis. E o que acontece é que concessionárias de pedágios realiza contratos com o governo Estadual de investir no melhoramento dessas rodovias e cobram o pedágio para ressarcir os gastos. No entanto, no valor da gasolina é incluído o imposto de Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico (Cide), e parte dele é destinado às estradas.

"No momento que abasteço meu carro, estou pagando o pedágio. Não é necessário eu pagar novamente Só quero exercer meu direito, a estrada é um bem público e não é justo eu pagar por um bem que já é meu também", enfatiza.

A estudante explicou maneiras e mostrou um vídeo que ensinava a passar nos pedágio sem precisar pagar. "Ou você pode passar atrás de algum carro que tenha parado. Ou ainda passa direto. A cancela, que barra os carros é de plástico, não quebra, e quando o carro passa por ali ela abre.

Não tem perigo algum e não arranha o carro", conta ela, que diz fazer isso sempre que viaja. Após a apresentação, questionamentos não faltaram. Quem assistia ficava curioso em saber se o ato não estaria infringindo alguma lei, se poderia gerar multa, ou ainda se quem fizesse isso não estaria destruindo o patrimônio alheio. As respostas foram claras. Segundo Márcia, juridicamente não há lei que permita a utilização de pedágios em estradas brasileiras.

Quanto a ser um patrimônio alheio, o fato, explica ela, é que o pedágio e a cancela estão no meio do caminho onde os carros precisam passar e, até então, ela nunca viu cancelas ou pedágios ficarem danificados. Márcia também conta que uma vez foi parada pela Polícia Rodoviária, e um guarda disse que iria acompanhá-la para pagar o pedágio. "Eu perguntei ao policial se ele prestava algum serviço para a concessionária ou ao Estado.

Afinal, um policial rodoviário trabalha para o Estado ou para o governo Federal e deve cuidar da segurança nas estradas. Já a empresa de pedágios, é privada, ou seja, não tem nada a ver uma coisa com a outra", acrescenta.

Ela defende ainda que os preços são iguais para pessoas de baixa renda, que possuem carros menores, e para quem tem um poder aquisitivo maior e automóveis melhores, alegando que muita gente não possui condições para gastar tanto com pedágios. Ela garante também que o Estado está negando um direito da sociedade. "Não há o que defender ou explicar. A constituição é clara quando diz que todos nós temos o direito de ir e vir em todas as estradas do território nacional", conclui. A estudante apresenta o trabalho de conclusão de curso e formou-se em agosto de 2008.

Ela não sabia que área do Direito pretende seguir, mas garante que vai continuar trabalhando e defendendo a causa dos pedágios
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FONTE: JORNAL AGORA

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Professores x Qualidade do ensino = peças de manobra.

Fato: se o governo e a sociedade não começarem realmente valorizar os professores, essa profissão nobre e necessária e ao mesmo tempo tão desconsiderada, não haverá professores para ensinar as crianças no futuro, duvida? Experimente perguntar nas salas de ensino médio e pré-vestibulares quem sonha em ser professor. Um, dois, dificilmente três... Se a mão de obra for escassa, a qualidade do ensino também se tornará escassa. Quanto menor for o acesso a bons professores, menores serão as chances e possibilidades de escolhas,pois na modernidade, informação é sinônimo de poder. Não valorizar essa classe, é desconsiderar a importância da construção e disseminação do conhecimento e condenar gerações a escuridão e limitações. É como predeterminar quem será mão de obra não qualificada, buchas de canhão ao mesmo tempo, garantir o status quo.

França proíbe menções ao Facebook e ao Twitter na televisão e na rádio

Acabaram-se os “Siga-nos no Twitter” ou os “Torne-se amigo deste programa no Facebook”. O Conselho Superior do Audiovisual francês proibiu quaisquer referências a estas redes sociais nos programas televisivos e radiofónicos, uma decisão que está a ser ridicularizada por muitos analistas.
Os jornalistas franceses terão agora que arranjar formas mais inventivas de apelar à consulta dos sites em questãoOs jornalistas franceses terão agora que arranjar formas mais inventivas de apelar à consulta dos sites em questão (Mario Anzuoni/Reuters)
A regra é lapidar: A menos que a notícia seja literalmente sobre o Facebook ou o Twitter, deixará de haver menção à rede social e ao site de microblogging no ar.

De acordo com as novas ordens do Conselho Superior do Audiovisual (CSA), os jornalistas franceses estão proibidos de terminar os seus programas apelando aos seus telespectadores e ouvintes que sigam as novidades através da Internet nestes sites em específico.

O CSA - a autoridade máxima do audiovisual francês - alega que a referência aos sites é publicidade gratuita àquelas empresas americanas e apoia-se num decreto de 1992 que proíbe a publicidade subliminar.

Christine Kelly, porta-voz do CSA, indicou ao “The Guardian”: “Porquê dar preferência ao Facebook, que vale milhares de milhões de dólares, quando há outras redes sociais a lutar por ganhar reconhecimento. Isto seria uma distorção da competitividade. Se deixarmos que o Facebook e o Twitter sejam citados no ar, estaremos a abrir uma Caixa de Pandora. Outras redes sociais irão queixar-se, dizendo ‘Porque não nós?’”.

Os jornalistas franceses terão agora que arranjar formas mais inventivas de apelar à consulta dos sites em questão. Uma possibilidade poderá ser “Siga-nos nas redes sociais”.

No seguimento desta decisão, inúmeros bloggers e sites especializados em tecnologia - europeus e americanos - têm criticado e ridicularizado esta medida.

O site americano TechCrunch, por exemplo, descreve a decisão como “extremamente absurda”, ao passo que John Johnson, que escreve para o site Newser, descreveu a medida como “a regra bizarra da semana”.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Ponto de exclamação

algumas palavras deveriam ser sempre escritas com ponto de exclamação!
vida!
saúde!
amor!
amizade!
sexo!
paz!
guerra!

Heterofibia?


Daqui a pouco a gente vai ouvir  falar em heterofobia. Essa história de fobia disso, fobia daquilo, preconceito disso, discriminação daquilo está começando a encher o saco. No final das contas, fobia deveria ser tratada, não regulamentada. Não dá para obrigar ninguém a deixar de ter medo. O máximo talvez seja educar e mostrar que existem diferenças e que elas devem ser respeitadas. Eu mesmo, por exemplo, melhorei muito, estou quase curado da latinofobia que me atormentou por anos..

sábado, 4 de junho de 2011

Troca do comando do Corpo de Bombeiros do RJ

vai ver que a culpa é do comando, não da mixaria que os bombeiros recebem. Descontrole hierárquico??? Esse Sérgio Cabral deve ter problema de cabeça. R$950,00!!!!! quem vive com isso?????

http://www.dgabc.com.br/News/5890598/cabral-troca-o-comando-do-corpo-de-bombeiros-do-rj.aspx